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Vigilantes decretam greve e fazem passeata no Centro do Recife

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Noticias, Segurança Privada
19/03/2009
Protesto de vigilantes para o Centro
Manifestantes atearam fogo em lixo, invadiram bancos e quebraram carros-forte
TRÊS veículos de transportadoras de valores tiveram pneus e retrovisores danificados. Categoria pede reajuste de 30%
José Accioly
O Centro do Recife parou, dia 18/03, por mais de duas horas. Isso porque, por volta das 11h, mais de 100 vigilantes do Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (Sindesv) foram as ruas e realizaram um protesto e apitaço nas principais vias, interditando o transito até às 13h. A movimentação chamou a atenção para a negociação de reajuste salarial, que está ocorrendo neste mês. Os manifestantes rejeitaram a proposta patronal de 3% de aumento no salário, o que significa R$ 16, além do acréscimo de R$ 0,15 no ticket-alimentação. Eles solicitam o aumento de 30%, além de R$ 10 de vale-alimentação por cada dia trabalhado. Hoje, o salário da categoria é de R$ 534 e o vale de R$ 5.
A manifestação começou na avenida Guararapes e seguiu para a avenida Dantas Barreto. Na via, eles atearam fogo no lixo jogado no meio da via pública e um carro-forte da empresa Liserve Vigilância, que estava passando no momento, foi impedindo de seguir na via e teve um dos pneus esvaziados. Na avenida Nossa Senhora do Carmo, no bairro de Santo Antonio, dois carros de transporte de valores da Nordeste Segurança teve os retrovisores quebrados e um dos pneus murchados, além de serem danificados por marretas utilizadas por um dos manifestantes, que não foi identificado. O barulho do apitaço era ensurdecedor durante todo o trajeto.
Os manifestantes ainda invadiram as agências dos bancos do Brasil, na avenida Rio Branco; o Banco Real, no Cais do Apolo; e no Bradesco, na avenida Conde da Boa Vista. O protesto terminou na sede do sindicato, na rua do Sossego, em Santo Amaro. “Essa atitude é para comunicar que os vigilantes que trabalham nos bancos paralisarão amanhã se não tiver um acordo. Segundo a Lei Federal 7.102, de 1983, nenhum estabelecimento financeiro pode funcionar sem segurança patrimonial, ou seja, vigilantes. Entramos com um processo na Superintendência Regional do Trabalho por causa da proposta oferecida pelos patrões”, informou um dos diretores do Sindesv, Carlos Gomes.
Duas viaturas da Polícia Militar do 16ø Batalhão (BPM) que acompanharam o protesto não reagiram aos atos de vandalismo dos vigilantes. “Recebemos informações do Ciods para apenas acompanhar o tumulto e não intervir”, limitou-se a explicar o sargento do 16º BPM, Álvaro Lins. Quanto aos atos de vandalismo, o presidente do presidente do Sindesv, Cassiano Souza, desconversou sobre o assunto, justificando que foram “pessoas de fora da manifestação que depredaram os carros”. De acordo com o agente da Guarda Civil (GC), Elioeniai de Sá Leitão, mais de 20 homens da GC fiscalizaram e interditaram as ruas onde a movimentação passou, utilizando oito batedores e três viaturas.

Click aqui e escute a noticia

Fonte; Folha de Pernambuco
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PORTARIA 387

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Noticias, Portaria 387, Segurança Privada

Nos links abaixo vc tera acesso a portaria 387 e portaria 191, é só clicar nos links abaixo:

PORTARIA 387


PORTARIA 191

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Smiles nos comentários

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Cursos, Diversão

Quem curte muito colocar smiles ou emotions em seus posts ou em comentários, segue uma lista de como usá-los.

Obs: Coloquei os atalhos com aspas para vocês verem os caracteres utilizados, e sem aspas para o resultado final.

“:)” ou “:-)” ou “:smile:” :)
“:D” ou “:-D” ou “:grin:” :grin:
“:lol:” :lol:
“:mrgreen:” :mrgreen:
“:(” ou “:-(” ou “:sad:” :sad:
“:x” ou “:-x” ou “:mad:” :mad:
“:cry:” :cry:
“:o” “:-o” ou “:eek:” :eek:
“8O” ou “8-O” ou “:shock:” 8O
“:?” ou “:-?” ou “:???:” :???:
“:p” ou “:-p” ou “:razz:” :razz:
“8)” ou “8-)” ou “:cool:” :cool:
“:roll:” :roll:
“:evil:” :evil:
“:twisted:” :twisted:
“:oops:” :oops:
“;)” ou “;-)” ou “:wink:” :wink:
“:|” ou “:-|” ou “:neutral:” :neutral:
“:!:” :!:
“:idea:” :idea:
“:arrow:” :arrow:

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Tecdecom- Tecnicas de defesa pessoal

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Cursos, Segurança Privada


Curso de Defesa Pessoal

Este treinamento é um  aperfeiçoamento das técnicas de imobilizações táticas que se fez necessária devido ao avanço da violência e a criminalidade. Com um conteúdo  arrojado e programação atualizada o curso é resultado da análise do principais erros cometidos pelos profissionais da segurança durante situações de imobilização.Os alunos aprenderão a imobilizar  e desarmar agressores com movimentos de torção das articulações principalmente as de pulso , cotovelo e ombro , sem necessidade de utilização de armas de fogo

——

Conteúdo Progamatico-Nivél 1

1.    Técnicas de imobilizações táticas

2.    Retenção de armas durante uma progressão

3.    Técnicas de defesa pessoal

4.    Técnicas contra arma branca envolvendo dois seguranças

——-

DIA 28 MARÇO DE 2009 DAS 8 ÀS 18H

LOCAL: RUA FELIPE DOS SANTOS, TRAVESSA T2 N 01, LARANJEIRAS.

FONE: 3328-5830 /3052-3926 / 98814902

E-mail: kelleneca hotmail.com

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Assembléia dicidio dos vigilantes 06/01/2009 Fotos e Video

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Fotos, Segurança Privada, Videos
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A História da Segurança Privada no Brasil

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Noticias, Segurança Privada

A Segurança Privada no Brasil

Em 1968, em pleno período da ditadura militar no Brasil, organizaram-se e foram institucionalizadas guardas armadas de instituições financeiras, como resposta aos assaltos a bancos praticados por grupos políticos de esquerda para financiar as suas ações.
Por seu caráter paramilitar, era sempre indicado um militar para gerir esse negócio ou para supervisioná-lo. De igual forma, nos seus quadros profissionais, o histórico militar dos seus empregados era um dos requisitos elementares.
O Decreto 1034/69 foi a primeira tentativa de normatizar e controlar a atividade, deixando para cada Unidade Federativa a tarefa de regular o funcionamento das empresas em seus respectivos locais, fixando ou não formas de treinamento, registro das empresas, armas e algumas delas apontando para a possibilidade de utilização do vigilante na repreensão aos movimentos sociais.
Em 1983, o Congresso Nacional e o executivo sancionam a Lei 7.102 que uniformiza em todo o território nacional a atividade de segurança privada, com currículo de formação único, controle e registro nacional das empresas, registro profissional do vigilante no Ministério do Trabalho, além de fixar limites e algumas responsabilidades.

Os Trabalhadores

A principal característica do perfil dos vigilantes dos anos 1969 a 1983 era, além da passagem militar, a baixa escolaridade, a ausência da estrutura militar nas empresas privadas e total falta de direitos.
Os ventos da redemocratização e a retomada do sindicalismo combativo e independente, capitaneado pelos metalúrgicos do ABC paulista, coincidiu com o início das tentativas de organização política da categoria, fundando-se a primeira Associação Profissional, em 1976, no Rio de Janeiro. A partir de 1979/80, ampliaram-se para outros Estados caracterizando-se por mobilizações de rua, greves, protestos e enfrentamentos com a repressão dos governos militares.
Nesse cenário, as lideranças surgidas com uma linha de atuação majoritariamente de esquerda, empreenderam como principal tarefa a desmilitarização da categoria, conquistando direitos trabalhistas (piso salarial, assinatura na Carteira de Trabalho, fardamento gratuito, regulação de jornada), e organizando-se politicamente com inspiração no novo sindicalismo.
A partir de 1985, as Associações foram transformadas em sindicatos, com forte articulação regional e nacional, resultando em 1992 na criação da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços – CNTV-PS, que também inova com a filiação direta de federações e sindicatos entre outras tarefas, atuando na mobilização da categoria, no acompanhamento dos interesses das entidades de base e dos trabalhadores nas esferas dos poderes públicos e privados, no assessoramento político e sindical a essas entidades, no apoio as negociações coletivas.

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Brasil tem mais vigilantes privados do que policiais militares

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Noticias, Policial, Segurança Privada

Os vigilantes privados em atividade no país superam em cerca de 5% o total de policiais militares de todos os estados brasileiros. Segundo dados da Coordenação de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal, existem hoje no país 431.600 vigilantes, ou seja, 19.700 a mais do que os 411.900 policiais militares estimados pelo Ministério da Justiça.

Esse “exército” da segurança privada também supera, em 35%, o efetivo total das Forças Armadas, que é de 320.400 homens.

Com 139.800 homens, o estado com maior número de vigilantes privados é São Paulo, que também concentra o maior número de policiais militares (cerca de 80 mil). De acordo com o relatório da Polícia Federal, o Rio de Janeiro é o segundo colocado, com 45.600 homens atuando na segurança privada.

Além dos 431 mil vigilantes em atividade no país, há mais 1,1 milhão cadastrados, mas não-ativos, no sistema da Polícia Federal. Se o número total de cadastrados for levado em consideração, o contingente de homens da segurança privada no Brasil supera os da Polícia Militar e das Forças Armadas, juntas, em 117%.

Conforme a Polícia Federal, o número de empresas em ação no Brasil em todos os segmentos da segurança privada (segurança patrimonial, pessoal, de escolta e de transporte de valores) chega a 2.668.

Segundo o pesquisador André Zanetic, da Universidade de São Paulo (USP), a segurança privada no Brasil começou a crescer mais intensamente nos anos 80 e 90. E, diferentemente do muita gente pensa, quem mais procura esse tipo de serviço não são residências, nem condomínios, mas sim as grandes empresas e o setor público, disse ele.

Desde o final dos anos 70, houve um grande crescimento da criminalidade urbana, o que, de acordo com Zanetic, seria uma das principais causas do crescimento da segurança privada, juntamente com a proliferação de grandes espaços privados abertos ao público, como shopping centers, cinemas, casas de shows, agências bancárias etc. “Isso tudo crescendo acabou fazendo com que não fosse possível ao policiamento [público] dar conta de todos esses espaços.”

Zanetic afirmou, no entanto, que ainda não se sabe em que ritmo o segmento está crescendo hoje no país. Tampouco há como avaliar, por meio de estatísticas, o ritmo de crescimento, porque os registros da Polícia Federal não contêm o número de empresas ou de vigilantes que estavam em atividade em anos anteriores. Os dados mostram apenas o número de novas empresas e novos seguranças que se registraram em cada ano, sem informar quantos tornaram-se inativos.

Apesar disso, com os dados sobre novos cadastros, é possível perceber que, nos últimos cinco anos, em média 240 empresas se registraram na Polícia Federal a cada ano. Apenas no ano passado, 260 novas firmas de segurança privada passaram a atuar no país.

Para o coordenador de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal, delegado Adelar Anderle, o crescimento da demanda por vigilantes privados é resultado do aumento da criminalidade no país: “Isso faz com que a sensação de insegurança cresça no sentimento do brasileiro.”

Diante da grande presença de vigilantes privados no país, Anderle defende a articulação entre a segurança privada e os órgãos policiais. “Os órgãos de segurança pública não são suficientes para fazer frente a essa grande onda de criminalidade. Por isso, precisamos fazer um movimento de trazer todo o potencial da segurança privada para junto da segurança pública”, disse.

O delegado usa, como bom exemplo de integração entre os dois sistemas de segurança, uma experiência feita em Recife: “Os porteiros e vigilantes têm um sistema integrado de segurança via rádio, em um canal fechado, com algumas equipes da PM [Polícia Militar]. Essas equipes estão treinadas para atender apenas a chamados de vigilantes e porteiros. Dessa forma, se o porteiro vê alguém suspeito, passa um rádio para a equipe que está naquele bairro, e essa equipe, em poucos minutos, está no local para fazer a averiguação.”

Fonte: Agência Brasil

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Proposta permite a vigilantes portar arma fora do trabalho

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Noticias, Segurança Privada

26/03/2008 – O Projeto de Lei 2287/07, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), garante aos vigilantes privados o direito de portar armas, mesmo fora do trabalho. Na opinião de Lorenzoni, “apesar de possuírem cursos de profissionalização e treinamento, os vigilantes privados retornam para casa sem o instrumento que lhes garante a segurança”.

A proposta também estende esse direito a agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e às guardas portuárias.

Pela Constituição, têm direito ao porte de armas fora do exercício de suas funções somente integrantes das Forças Armadas e das guardas municipais de cidades com mais de 500 mil habitantes, policiais civis, militares e da polícia legislativa, e agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Tramitação
A proposta terá análise em caráter conclusivo nas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

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Telefones Úteis

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Telefones Úteis

Ambulância – Serviço Público de Remoção de Doentes
192

Corpo de Bombeiros
193

Defesa Civil
199

Polícia Civil
147

Polícia Militar
190

Aeroporto de Vitória
3235-6300

Agência Nacional de Saúde
0800-611997

Al-Anon
3322-6551

Alcoólicos Anônimos
3223-7268

Alô-Trabalho
0800-2850101

ANEEL
0800-7272010

ANTT – Ministério dos Transportes
0800-610300

Banco Central
0800-992345

Batalhão de Polícia Rodoviária e Trânsito Urbano
3222-8800

Caixa Econômica Federal
0800-5740101

Capitania dos Portos
3334-6400

Central de Transplantes
0800-8832323

Cesan – Água e Esgoto
0800-2839195

Correios
0800-5700100

CVV – Centro de Valorização da Vida
3223-4111

Defensoria Pública
3322-4881

Delegacia de Homicídio
3137-9111

Delegacia de Polícia de Vitória
3137-9099

Disque-Aids
3132-5108

Disque-Ceturb
0800-391517

Disque-Denúncia
0800-2839944

Disque-Silêncio
0800-393445

Disque-Turismo
1677

DML – Departamento Médico Legal
3137-9127

Escelsa
0800-390196/0800-2800196

Estação Ferroviária
3226-4169

Fala Brasil – Ministério da Educação
0800-616161

Fome Zero
0800-7072003

Hospitais Particulares


ver relação

Hospitais Públicos


ver relação

Ibama
0800-618080

INSS – Prevfone
0800-780191

Justiça Volante
3223-1706

Ministério da Fazenda – Ouvidoria
0800-7021111

Narcóticos Anônimos
3323-6699

Procon
0800-391512

Receitafone
0300 78 0300

Rodoviária de Vitória
3222-3366

SOS-Tortura
0800-7075551

TeleHansen
0800-262-001

Toxicen
3137-2400

Tóxico e Entorpecente
3137-9102
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Greve termina e vigilantes voltam ao trabalho

Postado por: Chatuba  :  Categoria: Assuntos importantes, Segurança Privada

Greve termina e vigilantes voltam ao trabalho

26/01/2009 – 17h38 (Redação
gazeta online
– Redação Gazeta Rádios e Internet)

foto: Edson Chagas – GZ
Vigilantes comemoram a decisão do TRT-ES levantando o presidente de
honra do sindicato da categoria, Francisco Alvarenga

Após quase 15 dias de greve, os vigilantes que trabalham em estabelecimentos da
Grande Vitória decidiram encerrar os protestos e voltar aos postos de trabalho.
A decisão foi tomada no final da tarde desta segunda-feira (26), durante reunião
realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Segundo informações da assessoria do órgão, os manifestantes conseguiram que as
principais reivindicações fossem atendidas. Os vigilantes retomam as atividades
com reajuste de 10% no salário, adicional de 25% de risco de vida e aumento no
valor do tíquete alimentação, de R$ 7,00 para R$10,00.

Mesmo com todos os protestos e piquetes feitos pela categoria em praças públicas
e em frente a bancos e outros estabelecimentos comerciais, o TRT não considerou
a greve abusiva já que, de acordo com a assessoria do Tribunal, existe uma lei
de greve que menciona atividades essenciais.

Como o serviço dos vigilantes não está incluído nessa relação de atividades, o
TRT não considerou a greve ilegal. Sendo assim, a categoria e o sindicato, por
exemplo, não serão punidos.

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