Um vigilante foi morto com um tiro na cabeça na noite de quarta-feira (4) em um condomínio localizado na rua Rua Oswaldo Barreto, em Ipitanga, na Região Metropolitana de Salvador. O criminalístico Urandi Alves de Santana, 52 anos, foi preso sob suspeita de ter cometido o crime.
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Rio – Dois bandidos tentaram assaltar, no fim da manhã desta quinta-feira, uma empresa no bairro de Coelho Neto, na Zona Norte do Rio. Um dos criminosos foi morto e o vigilante acabou sendo baleado depois de reagir.
O vigilante e o criminoso foram levados para o Hospital Carlos Chagas. Uma patrulha do 9º BPM (Rocha Miranda) que passava, perseguiu e conseguiu prender o segundo bandido. A ocorrência foi registrada na 40ª DP (Rocha Miranda).
O vigilante Jorge Ferreira Alexandre, de 47 anos, confessou que atirou no cozinheiro Reginaldo da Silva, de 47 anos, depois que ele se recusou a fechar a janela do ônibus. A vítima morreu a caminho do Hospital. O vigilante foi preso por policiais da Divisão de Homicídios, quando estava indo para o trabalho na Avenida Rio Branco, no Centro, na noite desta quarta-feira.
O revólver calibre 38 que foi usado para fazer o disparo foi encontrado junto com Jorge. O acusado contou ainda que foi trabalhar depois que praticou o crime.
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A guerra interna deflagrada no Complexo da Ititioca, em Niterói, fez a 14ª vítima no intervalo de apenas 90 dias. Enquanto traficantes da localidade continuam matando desafetos e inocentes, a polícia não conseguiu esclarecer um único crime desde novembro do ano passado.
Ameaçado por testemunhar contra vigilante que o assaltou, bancário ganha indenização
Principal testemunha em processo criminal contra envolvidos no assalto ao posto bancário em que trabalhava, um funcionário do HSBC Bank Brasil S/A – Banco Múltiplo, um trabalhador foi ameaçado de morte, e sua família também, caso incriminasse o vigilante do banco, que era um dos assaltantes. O perigo e o trauma sofridos o levaram a ajuizar ação na Justiça do Trabalho, que, em sentença de primeiro grau, condenou o empregador a indenizá-lo por danos morais. Ao examinar recurso da empresa contra essa decisão, a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve entendimento de que o HSBC tem responsabilidade pelo dano moral sofrido pelo bancário.
Durante um assalto ao posto do Banco do Brasil (BB) instalado no Multishop, onde funciona o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), no bairro da Boca do Rio, o vigilante Nelson Nunes Reis, 34 anos, foi baleado no tórax e morreu a caminho do Hospital Geral Roberto Santos, na tarde de ontem.
De acordo com informações dos investigadores da 9ª Delegacia, três homens chegaram armados e anunciaram o assalto. Um deles entrou para recolher o dinheiro, enquanto os outros dois deram apoio à ação. Segundo a polícia, a vítima teria reagido à presença dos assaltantes na área. Porém, testemunhas contestam essa versão e afirmam que a vítima estaria sentada no momento em que foi baleada.
Apenas o vigilante da Nordeste Segurança saiu ferido e até às 16 horas não havia informação do montante levado pelo bando. “A funcionária responsável pela tesouraria do posto entrou em choque”, disse um policial. Como o assalto foi registrado em uma agência de banco federal, a Polícia Federal (PF) promoverá a apuração.
Durante toda a tarde, os policiais mantiveram a imprensa e clientes do Multishop distantes do local. A movimentação no Tabelionato do 11º Ofício de Notas, para onde o vigilante foi levado logo após ser baleado, foi intensa. No final da tarde, a diretoria da Nordeste Segurança lamentou a perda do funcionário.
Um grupo de pelo menos 12 homens assaltou uma agência do Banco do Brasil na cidade de Baião (a 271 km de Belém) na segunda-feira, dia 1º de março, levou 24 reféns e feriu duas pessoas na fuga.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública paraense, eles chegaram atirando por volta das 10h, e renderam funcionários e clientes. Depois de ficar pouco menos de uma hora dentro da agência, saíram em direção a Tailândia (PA). O valor roubado não foi divulgado.
Na fuga, eles levaram 24 pessoas como escudos humanos até chegar às duas caminhonetes em que estavam. Acomodaram todas elas nos veículos antes de partir, levando-as como reféns.
Durante a fuga, uma feirante foi ferida em um dos braços por um tiro de raspão e um policial militar teve pequenas escoriações, causadas por estilhaços de vidro da agência.
Em uma ponte de uma estrada vicinal, largaram todos os reféns. Mais à frente, abandonaram e incendiaram uma das caminhonetes. Até o final da tarde, nenhum dos criminosos havia sido preso. Além do carro, eles podem ter utilizado barcos para escapar por algum dos rios que cortam a região.
Agentes lotados na Delegacia Geral da Polícia Civil prenderam nesta quarta-feira (03) o técnico em refrigeração Francisco José Vicente da Silva, acusado de tentar matar a tiros o vigilante Jorge Luiz Barros de Souza, em abril do ano passado.
Francisco José teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Geraldo Amorim, da 9ª Vara Criminal de Maceió.
O crime aconteceu em frente à residência da vítima, na Travessa Pedro Paulino, no bairro do Poço.
Mostrando total abuso de autoridade, o Policial Militar, Raimundo Gonçalves André, casado, agrediu com dois murros no rosto, o vigilante do Campestre Clube de Cajazeiras, José Sousa Cartaxo, na tarde de ontem, no interior do estabelecimento.
Segundo relato do vigilante à PM, o filho do policial estava correndo em cima do toboágua da área de lazer, desta forma pondo em risco sua vida e de outras pessoas que estavam no local.
