Na casa dele, a Polícia Militar achou munição de uso exclusivo do Exército
Um ex-vigilante terceirizado das casas Bahia é suspeito de invadir o prédio da empresa na madrugada de domingo (18), na avenida Guilherme Cothin, Vila Maria. Ele foi preso depois que o alarme do estabelecimento disparou.
O homem entrou pelo teto da loja das Casas Bahia e a Polícia Militar diz suspeitar que o objetivo dele era arrombar o cofre que fica no pavimento térreo do comércio.
O suspeito estava dentro da loja quando o alarme disparou e não houve tempo para fuga. Com ele, foi encontrado uma bolsa cheia de ferramentas que seriam usadas para arrombar o cofre.
Ainda de acordo com a polícia, o vigilante não escolheu a loja ao acaso. Ele conhecia bem o local, pois já havia prestado serviços ao estabelecimento.
Ele é funcionário de uma empresa de segurança, mas estava afastado por causa de problemas de saúde. Na casa dele, foram apreendidos munições de vários calibres. Três delas, que medem quase 30 centímetros, são de uso exclusivo do Exército brasileiro.
A assessoria de imprensa das Casas Bahia informou que o ex-vigilante deixou de trabalhar para a empresa há cerca de um ano. Apesar da invasão, o estabelecimento da rua Guilherme Cothin funcionava normalmente neste domingo.
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Um ex-vigilante terceirizado das casas Bahia é suspeito de invadir o prédio da empresa na madrugada de domingo (18), na avenida Guilherme Cothin, Vila Maria. Ele foi preso depois que o alarme do estabelecimento disparou.
O homem entrou pelo teto da loja das Casas Bahia e a Polícia Militar diz suspeitar que o objetivo dele era arrombar o cofre que fica no pavimento térreo do comércio.
O suspeito estava dentro da loja quando o alarme disparou e não houve tempo para fuga. Com ele, foi encontrado uma bolsa cheia de ferramentas que seriam usadas para arrombar o cofre.
Ainda de acordo com a polícia, o vigilante não escolheu a loja ao acaso. Ele conhecia bem o local, pois já havia prestado serviços ao estabelecimento.
Ele é funcionário de uma empresa de segurança, mas estava afastado por causa de problemas de saúde. Na casa dele, foram apreendidos munições de vários calibres. Três delas, que medem quase 30 centímetros, são de uso exclusivo do Exército brasileiro.
A assessoria de imprensa das Casas Bahia informou que o ex-vigilante deixou de trabalhar para a empresa há cerca de um ano. Apesar da invasão, o estabelecimento da rua Guilherme Cothin funcionava normalmente neste domingo.
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Ex-vigilante das Casas Bahia é suspeito de tentar invadir loja para roubar cofre



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